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Mostrando postagens de Novembro 4, 2016

Exclusivo: bandido bom é bandido vivo

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POR: Pe. Magno Marciete do Nascimento Oliveira
No dia de finados, dia 02, a Folha de São Paulo (aqui) divulgou pesquisa sobre uma frase que já faz parte da cultura tupiniquim (espero sinceramente estar exagerando): “bandido bom é bandido morto”. Já são mais brasileiros adeptos dessa convicção do que os contrários. Sem apreciar aqui os números da pesquisa e nos voltando para o que isso significa, não é para se assustar com o resultado, pois se trata de mais um fio de dessa trama mais complexa de construção e irradiação do social que no Brasil vige.
Como não lembrar das investidas para redução da maioridade penal, da bancada da bala e do fim da presunção de inocência? Tudo faz parte da mesma gramática que impõe uma pauta conservadora e constrói símbolos violentos para gerir a sociedade. Vemos algo, assim, bem tecido, para que o enunciado tenha força real, eficiente, que possa dar espaço para a vingança na contramão do processo civilizatório. Por essa lógica, o bandido, o criminoso deve se…